Einstein anuncia criação de Centros Colaborativos de Inovação em saúde

O Einstein anuncia a criação dos Centros Colaborativos de Inovação (CCIs), voltados à colaboração estruturada e de longo prazo com a indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias em saúde, sua validação clínica e a preparação das soluções para lançamento e uso em larga escala. A iniciativa consolida e amplia uma estratégia que o Einstein vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos de codesenvolver soluções tecnológicas, conectando capacidade clínica e científica, e ambiente assistencial real às agendas globais de pesquisa e desenvolvimento das indústrias (P&D).

A criação dos CCIs formaliza e amplifica uma atuação já consolidada com grandes empresas globais de saúde e tecnologia e se alinha a práticas de organizações internacionais de referência, como a Cleveland Clinic e Mayo Clinic, nos Estados Unidos, e o Sheba Medical Center, em Israel.

O lançamento dos CCIs ocorre em um contexto em que o Brasil ainda é um grande importador de tecnologias em saúde e investe, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 1,2% do PIB em P&D, abaixo da média apresentada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 2,7%, e, sobretudo, dos países que mais se destacam nestes investimentos, como Israel (6,3%) e Coreia do Sul (5,0%). Assim, ao estruturar projetos de longo prazo com a indústria global, o Einstein busca contribuir para fomentar a participação do país nas rotas internacionais de desenvolvimento tecnológico em saúde, fortalecer o capital humano e ampliar o impacto científico, econômico e social.

Sidney Klajner, presidente do Einstein Hospital Israelita

“Os Centros representam uma evolução na forma como pensamos a inovação em saúde no Brasil. Nosso objetivo é criar um ambiente capaz de transformar conhecimento clínico e científico em tecnologias que são testadas e validadas em condições reais de cuidado para lançamento e escalabilidade”, afirma Sidney Klajner, presidente do Einstein Hospital Israelita.

Até o final de 2026, a expectativa é que seis empresas multinacionais estejam com CCIs em desenvolvimento, nas áreas de equipamentos médicos, digital e indústria farmacêutica e que estes também sejam formados com empresas nacionais.

No modelo, o Einstein mapeia necessidades clínicas não atendidas e oportunidades de novos produtos e avalia junto aos times globais das empresas seu potencial estratégico e de mercado. A partir disso, são definidas as frentes prioritárias para o desenvolvimento conjunto de soluções alinhadas às estratégias tecnológicas das companhias. Nesse contexto, os projetos são concebidos considerando a escalabilidade mundial, diferentes realidades regulatórias e assistenciais, aplicabilidade em sistemas de saúde públicos e privados, sustentabilidade econômica e impacto clínico em larga escala.

Nessa configuração, o Einstein provê infraestrutura assistencial, conhecimento clínico e científico, capacidade de desenvolvimento tecnológico, validação clínica, ambientes de teste em mundo real e capital humano, enquanto as empresas contribuem com tecnologia, investimento e capacidade de escala. O aporte anual mínimo para o desenvolvimento das inovações é de cerca de R$ 3 milhões anuais, por no mínimo 5 anos, e cada Centro deve reunir cerca de 10 a 20 profissionais dedicados, entre equipes técnicas, clínicas e de P&D.

“Cada Centro nasce a partir de uma agenda tecnológica clara, construída em conjunto com as empresas, e funciona com times dedicados, processos ágeis e indicadores definidos desde o início. Isso permite avançar de forma mais eficiente desde a concepção da tecnologia até a validação clínica e a preparação para escala, reduzindo incertezas e encurtando o tempo de desenvolvimento”, afirma Rodrigo Demarch, diretor executivo de Inovação do Einstein.

Segundo Klajner, o modelo também amplia o papel do país no cenário internacional. “O Brasil reúne ativos estratégicos importantes, como diversidade genética populacional, capacidade científica e instrumentos de fomento à inovação, além cultura de inovação. Ao organizar essas competências em colaborações estruturadas e de longo prazo, criam-se condições para atrair e desenvolver talentos e participar de forma mais ativa das cadeias mundiais de inovação em saúde”, completa.

“A combinação entre excelência assistencial e atuação na fronteira do desenvolvimento tecnológico define a visão de futuro do Einstein. Os Centros Colaborativos de Inovação fazem parte de uma jornada contínua de investimentos em capacidades estratégicas de inovação, com foco em frentes como saúde digital, inteligência artificial, Big Data & Analytics, Genômica, Terapias Celulares e avanços em bioconvergência, incluindo terapias gênicas, células modificadas e engenharia tecidual. Esses ativos criam um ambiente altamente qualificado para atrair organizações globais, viabilizar projetos de alto impacto e impulsionar o desenvolvimento de capital humano no país”, conclui o presidente.

No segundo semestre de 2026, o Einstein inaugura um novo prédio de Inovação no Morumbi, em São Paulo, integrando os CCIs ao ecossistema de inovação da organização, que reúne startups, pesquisadores e desenvolvedores. Nesse ambiente, as companhias poderão alocar seus times de P&D, fortalecendo a interação científica e tecnológica com as equipes do Einstein.

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