Semiologia Clínica: livro traz as ferramentas para médicos

O título do novo livro da Manole, Semiologia Clínica pode ser explicado como o estudo dos sinais e sintomas. A obra tem a intenção de orientar estudantes de medicina no cuidado dirigido ao paciente adulto e médicos na atualização de seus conhecimentos e habilidades em semiologia clínica. A preparação do profissional para lidar com situações não convencionais, como o atendimento de paciente indígena, pessoas com incapacidade, em situação de vulnerabilidade, em final de vida, entre outras, também é contemplada.

O livro está dividido em cinco seções. A primeira trata de aspectos mais gerais, como a relação médico-paciente, comunicação, anam­nese, acompanhamento do paciente, raciocínio clínico e aconselhamento. A segunda seção é dedicada ao exame clínico. A terceira aborda diversos sinais e sinto­mas. A quarta discute as grandes síndromes clínicas, unindo os sinais e os sintomas que as caracterizam. A quinta seção, denomina­da “Tópicos específicos”, traz considerações sobre aspectos especiais da Semiologia Clínica, com capítulos que não estão presentes em livros tradicionais, mas que, na opinião dos editores, são importantes na formação e na prática médica: “Semiologia do paciente indígena”, “Semiologia do pa­ciente em situação de vulnerabilidade”, “Semiologia do paciente com deficiência intelectual”, “Semiologia do paciente com incapacidade”, “Semiologia do paciente com sintomas de difícil caracterização” e “Semiologia do paciente obeso”.

Semiologia Clínica também inclui capítulos que correspondem à rotina de várias especialidades médicas, como “Semiologia do adolescente”, “Semiologia do idoso”, “Semiologia do paciente em fim de vida” e “Semiologia da vida sexual”. Além disso, vários capítulos são acompanhados de um có­digo QR (QR code) para acesso a vídeos demonstrativos dos procedimentos clínicos descritos no livro em uma plataforma digital, com conteúdo extra sobre os tópicos mais importantes, além de aulas com os maiores nomes da Clínica Médica Brasileira, como um dos editores, o professor doutor Mílton de Arruda Martins, professor titular de Clínica Médica da FMUSP e diretor do Serviço de Clínica Geral do HC-FMUSP.