Levando a estratégia da saúde digital a lugares distantes do Brasil

Por Francisco Arce

Entender a necessidade de um local distante e sem conectividade é fundamental para o processo de implantação da estratégia da saúde digital. Isso ocorre porque a conectividade é um pré-requisito para a maioria das soluções de saúde digital, como o acesso a registros médicos eletrônicos, telemedicina e outras tecnologias de comunicação.

Tivemos a experiência via Instituto Evereste juntamente com a empresa Antenna Soluções via Satélite, que é especialista em projetos de telemedicina e parceira do Instituto, em visitar a Comunidade do Miriti, que fica localizada no ramal do Piquiá 2, quilômetro 129 da rodovia AM-010, no município de Rio Preto da Eva (distante 81 km de Manaus) onde se pôde avaliar através dos testes com a antena da Starlink , a utilização da conectividade e partir daí o uso do aplicativo que utiliza computação afetiva, inteligência artificial e equipamentos como termômetro infravermelho, glicosímetro, espirômetro, analisador de urina, oxímetro de pulso, monitor de pressão sanguínea, ECG portátil e simulamos o envio desses dados no mesmo dia, onde a realidade é outra, pois o envio desses dados levam alguns dias, devido a utilização de formulários, cadastros em uma UBS mais próxima para o envio ao Ministério.

Foi possível através dos profissionais de saúde do município, entender seu dia a dia e como a utilização dos equipamentos podem melhorar esses atendimentos em comunidades distantes e pensarmos no futuro, no sentido de apoiarem nessa implementação na saúde pública, possibilitando acesso remoto a cuidados médicos, melhoria no diagnóstico e tratamento de doenças, redução de custos, melhoria na experiência do paciente entre outros benefícios.

Podemos listar alguns benefícios, como melhoria no diagnóstico e tratamento de doenças, redução de custos, melhoria na experiência do paciente, melhoria na eficiência dos cuidados de saúde, entre outros. Lembrando que em áreas remotas onde não há conectividade ou onde a conectividade é limitada, é necessário encontrar soluções alternativas para garantir que os pacientes tenham acesso aos cuidados de saúde adequados.

Utilizando bem o conceito da Saúde Digital que compreende o uso de recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) para produzir e disponibilizar informações confiáveis sobre o estado de saúde para os cidadãos, profissionais de saúde e gestores públicos, se faz necessário que os responsáveis pela implantação da estratégia de saúde digital levem em consideração as particularidades de cada local e adaptem suas soluções de acordo com as necessidades da população local. Dessa forma, é possível garantir que as tecnologias de saúde digital possam ser utilizadas para melhorar a qualidade dos cuidados de saúde, independentemente do local em que as pessoas vivam.


*Francisco Arce é Diretor Executivo de Tecnologia, Pesquisa e Inovação do Instituto Evereste.

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