CIES aposta em nova ressonância para reduzir o tempo de exames
Em um cenário em que o diagnóstico por imagem tem papel cada vez mais decisivo na condução clínica e no acompanhamento de diferentes condições de saúde, a Associação Beneficente Ebenézer (CIES), em São Paulo, acaba de incorporar uma nova tecnologia de ressonância magnética moderna à sua operação.
O novo equipamento passa a operar na unidade AE Santo Amaro, localizada na Avenida Santo Amaro, nº 6.801, na zona sul da capital paulista. A tecnologia combina otimização do tempo de aquisição das imagens, alta precisão diagnóstica, recursos de Inteligência Artificial e uma abordagem mais sustentável, contribuindo para maior eficiência dos exames e qualidade assistencial.
O sistema de ressonância magnética passa a integrar a estrutura do CIES como aliada à ampliação do acesso a exames de imagem, à otimização dos fluxos assistenciais e à redução de impactos ambientais associados à operação.

“Um dos principais impactos dessa nova tecnologia é na experiência do paciente. Exames de ressonância magnética, para diferentes especialidades, em situações específicas, podem ser realizados em cerca de cinco minutos, aproximadamente metade do tempo observado em sistemas convencionais. A tecnologia possibilita a otimização do tempo de aquisição das imagens, com redução significativa quando comparada aos sistemas convencionais, contribuindo para menor tempo de permanência do paciente no equipamento e maior conforto durante o exame. Isso reduz significativamente o período de permanência do paciente dentro do equipamento e torna o procedimento mais confortável, especialmente para idosos, pessoas com mobilidade reduzida ou que apresentam maior sensibilidade a exames realizados em ambientes fechados., destaca Marcos Fumio, gestor do CIES.
Nos últimos 12 meses, mais de 8 mil pacientes realizaram exames de ressonância magnética no CIES. Com a implantação do novo equipamento, houve uma redução significativa no tempo de realização dos exames, trazendo ganhos relevantes para a operação e, principalmente, para a experiência do paciente. A maior agilidade nos procedimentos permite ao CIES otimizar as agendas, reduzir as filas de espera e ampliar a capacidade de atendimento, viabilizando a expansão do acesso aos exames de alta complexidade, sem a necessidade de intervenções estruturais significativas.
Outro diferencial da nova ressonância magnética é o impacto ambiental e operacional reduzido. O equipamento conta com um magneto selado que dispensa a reposição de hélio, um recurso natural finito, amplamente utilizado em sistemas convencionais. Na prática, isso significa que, mesmo em situações excepcionais de desligamento do sistema, o equipamento não precisa ficar indisponível por longos períodos, como ocorre em tecnologias tradicionais, que podem levar cerca de 30 dias para retomar a operação devido à reposição de hélio, além dos custos elevados envolvidos nesse processo.
A iniciativa representa um avanço tecnológico significativo e reforça a capacidade de atendimento em diagnóstico por imagem, contribuindo para ampliar o acesso da população a exames de alta complexidade, com mais qualidade, conforto e cuidado.

