Antonio Buzaid é o novo Diretor Médico da Rede Américas
A Rede Américas anunciou a chegada do renomado oncologista Antonio Buzaid a partir de março de 2026, como Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis. Reconhecido no setor como uma das principais referências da oncologia nacional, o especialista inicia um novo capítulo em sua trajetória profissional ao integrar um projeto estruturado de expansão e fortalecimento da oncologia na companhia.
Inicialmente, o oncologista Antonio Buzaid e sua equipe atenderão no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A segunda fase do projeto prevê a inauguração de uma nova unidade dedicada à oncologia, em construção na Alameda Jaú, na capital paulista, no próximo ano. Esse novo espaço foi concebido para oferecer atendimento integrado, com foco em terapias avançadas, pesquisa clínica e abordagem multidisciplinar. A iniciativa faz parte de um plano mais amplo de fortalecimento da Oncologia Américas com foco no atendimento premium no cuidado oncológico.
Além de Antonio Buzaid, passam a integrar a instituição outros especialistas de destaque, como Débora Gagliato, Juliana Pimenta, Marcos Magalhães e Lucas dos Santos, que se somam a um núcleo médico de excelência dedicado à assistência, à pesquisa clínica e à incorporação de terapias inovadoras.
“A oncologia exige cada vez mais integração entre assistência, pesquisa clínica e incorporação responsável de inovação. Na Rede Américas, encontro uma estrutura com escala, capilaridade e visão estratégica para consolidar um modelo de cuidado que combina excelência médica, acesso a terapias de última geração e atuação multidisciplinar. Meu objetivo é ampliar o acesso a tratamentos inovadores, fortalecer a pesquisa clínica no Brasil e oferecer ao paciente uma jornada verdadeiramente centrada em suas necessidades, com qualidade, segurança e humanização”, afirma Buzaid.
A movimentação da Rede Américas faz parte de um plano estratégico para ampliar e fortalecer ainda mais sua atuação em oncologia de alta complexidade, consolidando uma estrutura integrada de cuidado oncológico com foco em clínica, inovação, abordagem multidisciplinar e centralidade no paciente.
Para Gustavo Fernandes, vice-presidente de Oncologia da Rede Américas, a chegada do especialista consolida um novo momento institucional. “Este movimento fortalece nossa estratégia de expansão em oncologia. Estamos estruturando um projeto que integra assistência de alta complexidade, pesquisa clínica e incorporação responsável de novas tecnologias. A chegada de mais uma liderança médica de referência nacional, somada à ampliação da estrutura dedicada à oncologia, posiciona a Rede Américas em um novo patamar estratégico no cenário da saúde suplementar brasileira, combinando escala, qualidade assistencial e protagonismo científico”, comenta.
Evolução da oncologia
As previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil, aproximando-se das doenças cardiovasculares. Os números refletem o envelhecimento da população, desigualdades regionais e desafios persistentes no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno. O Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Para Buzaid, 2026 tende a ser um ano divisor de águas no combate à doença. A imunoterapia avança para fases mais precoces do tratamento, enquanto terapias-alvo ampliam a precisão ao atuar diretamente nos mecanismos de crescimento tumoral. Novas opções terapêuticas para câncer de mama e de estômago despontam como promissoras, ao mesmo tempo em que a pesquisa clínica brasileira ganha protagonismo na incorporação de inovações ao SUS.
“Estamos vivendo uma transformação real na oncologia. A imunoterapia e as terapias celulares já estão mudando o prognóstico de diversas doenças. Integrar um projeto que nasce com visão estratégica, estrutura robusta e compromisso com pesquisa clínica nos permite ampliar o acesso a tratamentos inovadores e desenvolver um modelo de cuidado cada vez mais centrado no paciente”, afirma Buzaid.


