Telemedicina resolve 98% dos casos na atenção primária

Com uma taxa de resolutividade em torno 98% no Rio Grande do Norte, o Projeto TeleNordeste, liderado pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde via PROADI-SUS, tem permitido que a grande maioria dos pacientes recebam diagnóstico e tratamento especializado sem precisar sair de seus municípios. Com um tempo médio de espera de 13 dias para teleinterconsultas, a iniciativa já realizou mais de 14 mil atendimentos em 380 UBS de 163 municípios potiguares, onde oferece suporte especializado, combatendo gargalos históricos de acesso à saúde.

O projeto atua de forma estratégica para fortalecer a atenção primária na rede pública, otimizando o fluxo de atendimento em todo o estado.

Crédito da imagem: www.medicinasa.com.br (proibida a reprodução sem autorização)
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“Nossa maior conquista é a capacidade de realizar um cuidado mais próximo dos pacientes e das equipes de saúde da família. Com a televigilância, fomos além e detectamos que 84% dos pacientes diabéticos acompanhados apresentavam níveis de glicose fora do ideal. Esse suporte contínuo fortalece as equipes locais na linha de frente, garantindo um cuidado preventivo vital para evitar complicações graves e transformar a qualidade de vida do cidadão”, afirma Tais de Campos Moreira, liderança operacional do projeto no Hospital Moinhos de Vento.

Para garantir a efetividade do projeto – que começou a ganhar corpo em setembro de 2022 – 915 profissionais foram capacitados no primeiro triênio (2022-2023). Para a especialista, o sucesso da iniciativa no estado está na capacidade de transformar a tecnologia em suporte humano e técnico contínuo: “Evitamos deslocamentos desgastantes para os pacientes e garantimos que a resposta médica chegue onde o paciente vive, com agilidade e precisão técnica”, destaca Tais.

A atuação conjunta entre o Hospital Moinhos de Vento e a Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP-RN), com apoio do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) demonstra como a saúde digital pode reduzir as desigualdades regionais e otimizar a aplicação dos recursos públicos.

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