Teste do Pezinho

Governo amplia o exame de Triagem Neonatal, detectando mais doenças, incluindo patologias raras

No DB Diagnósticos já é possível contar com a versão ampliada do exame, sem a necessidade de esperar a regularização do SUS.

O mês de junho é celebrado como o mês de conscientização do Teste do Pezinho. Em 2021, esta campanha ganha um destaque mais que especial, já que em 24 de maio deste ano, foi sancionada a Lei 14.154/21 que amplia expressivamente o teste, passando de 6 para 53 doenças analisadas. 

O exame de Triagem Neonatal é popularmente conhecido como Teste do pezinho já que a coleta é feita por meio do sangue do calcanhar do recém-nascido. Realizado entre o 3º e o 7º dia de vida do bebê, o teste é obrigatório e fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É importante que seja realizado nesse intervalo de tempo, pois a criança já está bem alimentada para evitar falso negativo em doenças dependentes da alimentação.  

O propósito é identificar possíveis alterações nos primeiros dias de vida, evitando o curso de eventuais doenças e até minimizando e/ou eliminando sequelas associadas a algumas doenças.  

O que muda na lei?

Antes, o Teste do pezinho oferecia o Perfil básico, analisando os grupos de doenças associados à fenilcetonúria, às hemoglobinopatias, às aminoacidopatias e ao hipotireoidismo congênito. Agora com a ampliação, o teste detectará cerca de 14 grupos de doenças, sendo:  

  1. fenilcetonúria e outras hiperfenilalaninemias;
  2. hipotireoidismo congênito;
  3. doença falciforme e outras hemoglobinopatias;
  4. fibrose cística;
  5. hiperplasia adrenal congênita; 
  6. eficiência de biotinidase;
  7. toxoplasmose congênita;
  8. galactossemias;
  9. aminoacidopatias;
  10. distúrbios do ciclo da ureia;
  11. distúrbios da betaoxidaçãodos ácidos graxos; 
  12. doenças lisossômicas;
  13. imunodeficiências primárias;
  14. atrofia muscular espinhal.

 

Triagem Neonatal do DB Diagnósticos 

No SUS, o exame só entrará em vigor em maio de 2022 (365 dias após aprovação da lei). Isso porque tanto hospitais quanto profissionais da área da saúde precisam se preparar para a nova demanda. É essencial que médicos pediatras e nutricionistas estejam aptos para a interpretação dos resultados, assim como é fundamental que hospitais e laboratórios tenham a tecnologia apropriada para a realização do teste.  

No DB Diagnósticos já é possível contar com a versão ampliada do exame, sem a necessidade de esperar a regularização do SUS. O DB também fornece a versão Master + HIV 1 e 2 do exame, por meio do código PEPMH, que acrescenta o diagnóstico de mais 16 doenças.  

Exames Complementares

Além de todos os perfis do exame de Triagem Neonatal, para uma investigação mais aprofundada, o DB Molecular – sede dedicada a exames genéticos e moleculares –, fornece o teste MyNewborn DNA. O exame analisa 407 genes e tem capacidade para detectar mais de 390 doenças, podendo ser genética, metabólica, endócrina, autoimune, neurológica, entre outras.  

É possível identificar doenças com sintomas visíveis e não visíveis durante a infância. Também podem ser detectadas doenças com sintomas aparentes apenas na idade adulta, sendo possível realizar o tratamento durante a infância, além da obtenção de informações sobre doenças comuns, porém não tratáveis, como a Doença de Tay Sachs, por exemplo. 

Para saber mais sobre os exames de Triagem neonatal e exames complementares, entre em contato com o DB Diagnósticos: www.diagnosticosdobrasil.com.br

*Com informações da Agência Câmara de Notícias. Portal da Câmara dos Deputados. Sancionada lei que amplia o teste do pezinho no SUS. 

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