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Noxtec

Um minuto offline pode custar uma vida

Estratégias de infraestrutura para eliminar pontos únicos de falha e garantir o uptime que a assistência médica exige.

Em muitos setores, uma hora de downtime de TI é um inconveniente financeiro. Em um hospital, essa mesma hora pode significar atrasos em cirurgias, inacessibilidade a prontuários eletrônicos (PEP) durante uma emergência ou falha na dispensação de medicamentos.

O setor de saúde, um dos alvos preferenciais de incidentes cibernéticos, vive sob essa pressão. Você sabe quanto tempo seu hospital consegue operar efetivamente sem seus sistemas críticos?

A relação direta entre uptime e segurança do paciente

É neste ponto que o conceito de alta disponibilidade (também chamado de HA, do inglês high availability) deixa de ser um termo técnico de TI e se torna parte fundamental da estratégia assistencial.

E aqui não falamos apenas sobre ter um backup; é sobre o design de uma infraestrutura que garante a continuidade operacional de sistemas críticos (PEP, PACS, LIS) com o mínimo absoluto de interrupção. A assistência médica não opera em horário comercial; ela é 24/7, e a infraestrutura que a suporta deve ser também. 

No contexto da saúde, a meta de uptime para sistemas críticos se aproxima da perfeição. Um benchmark de 99,99% (os “quatro noves”) significa um máximo de 52,6 minutos de inatividade não planejada por ano.

Qualquer índice abaixo disso representa um risco direto à segurança do paciente, que depende da informação correta, na hora certa, para a tomada de decisão clínica.

As questões críticas do gerente de TI na saúde

Para o gerente de TI hospitalar, a pressão para garantir essa performance é constante. A principal questão costuma ser: como manter os sistemas funcionando com orçamentos que nem sempre refletem a criticidade da operação?

A dificuldade em justificar investimentos robustos em infraestrutura de redundância é um desafio comum, frequentemente superado apenas após a ocorrência do primeiro incidente grave.

Muitos ambientes hospitalares cresceram organicamente, criando “pontos únicos de falha” (Single Points of Failure – SPOF) perigosos em seus sistemas legados. A ausência de um plano de recuperação de desastres na saúde (Disaster Recovery – DR) formalizado, e principalmente testado, agrava o cenário.

Além disso, a gestão é cobrada por Acordos de Nível de Serviço (SLA hospitalar) cada vez mais rigorosos, tanto internos (pelas áreas assistenciais) quanto externos (por órgãos reguladores), muitas vezes sem as ferramentas ou a equipe dedicada para um monitoramento proativo que antecipe falhas.

Soluções estratégicas (e práticas) para a continuidade operacional

Garantir a alta disponibilidade hospitalar exige uma abordagem estratégica que vai além de comprar servidores mais potentes. A base está na redundância de sistemas.

Isso envolve a implementação de clusters de alta disponibilidade, onde servidores e componentes de rede trabalham espelhados; se um falha, o outro assume a operação instantaneamente, de forma transparente para o usuário final (o médico ou enfermeiro).

Paralelamente, a recuperação de desastres é a segunda linha de defesa. Isso inclui rotinas de backup robustas e frequentes, mas, principalmente, a replicação de dados e sistemas para um site de contingência, preferencialmente geograficamente distinto.

Um plano de DR eficaz define claramente o Tempo Objetivo de Recuperação (RTO) – quanto tempo máximo a instituição tolera para voltar a operar – e o Ponto Objetivo de Recuperação (RPO) – quanta perda de dados (minutos, horas) é aceitável.

A complexidade dessa arquitetura, que envolve virtualização, storage, links de dados e segurança, exige expertise. Buscar parceiros estratégicos é fundamental para realizar um diagnóstico de riscos (Assessment) que identifique os SPOFs e as vulnerabilidades.

A partir daí, desenha-se a implementação de uma infraestrutura resiliente. Tão importante quanto implementar é o monitoramento proativo 24/7, que utiliza ferramentas avançadas para detectar anomalias antes que elas se tornem falhas críticas, garantindo a performance e a continuidade exigidas pelo SLA.

Protegendo o paciente e a instituição

Em última análise, investir em alta disponibilidade, redundância e recuperação de desastres na saúde não é um custo de TI; é um investimento direto na segurança do paciente e na reputação da instituição.

Garantir que o Prontuário Eletrônico esteja acessível durante uma parada cardiorrespiratória é a materialização da importância estratégica da tecnologia na medicina moderna.

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Saiba como a Noxtec pode implementar um ambiente de alta disponibilidade para o seu hospital. Acesse aqui, preencha o formulário e fale com um especialista.

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