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Pixeon

O que os centros de diagnóstico hospitalares têm a aprender com os centros independentes

Estudo inédito da Pixeon revela que centros de imagem independentes operam com mais maturidade de gestão — e o que os centros alocados em hospitais podem fazer a respeito

A radiologia ocupa um papel central na jornada assistencial. Ela conecta especialidades, acelera diagnósticos e influencia decisões clínicas críticas. Ainda assim, quando analisada sob a ótica de gestão, muitas dessas operações seguem sendo conduzidas como áreas de apoio dentro de um hospital, e não como unidades estratégicas de negócio.

Mas como um centro de diagnóstico por imagem independente, sem o respaldo institucional de um hospital, sem o volume de um grande sistema de saúde e frequentemente sem o orçamento de tecnologia de uma operação hospitalar, pode ser capaz de entregar laudos com maior rapidez, reconvocar pacientes com mais consistência e manter uma relação mais próxima com os médicos solicitantes?

O Monitor Nacional de Eficiência Pixeon, primeiro estudo do país dedicado a mensurar a eficiência dos negócios em radiologia a partir de uma metodologia estruturada e comparável, ouviu 89 instituições em todo o Brasil — centros independentes e centros dentro de hospitais e clínicas — e produziu um comparativo que merece a atenção dos gestores hospitalares.

O dado mais revelador do estudo é que os centros independentes são sistematicamente mais maduros em eficiência clínica e de relacionamento do que centros em hospitais e clínicas.

Centros de diagnóstico independentes operam sob uma lógica clara: eficiência é condição de sobrevivência. Ocupação, no-show e produtividade são acompanhados de perto porque têm impacto direto no resultado do negócio.

Já os centros de diagnóstico inseridos em hospitais convivem com uma dinâmica mais complexa, onde a operação está integrada a fluxos assistenciais amplos, com múltiplos stakeholders e prioridades clínicas. Nesse contexto, é comum que indicadores clínicos tenham maior foco dos gestores, e que a gestão da eficiência não receba o mesmo nível de atenção.

O resultado não é necessariamente um pior desempenho, mas, sim, uma menor visibilidade sobre onde estão os ganhos (ou perdas) de eficiência.

Essa diferença de dinâmica, que provoca consequência imediata para o CDI independente, explica alguns dados do estudo:

  • 51% dos independentes controlam SLA de laudo para todos os exames, contra 40% dos hospitais;
  • 71% dos independentes têm rastreabilidade completa do processo diagnóstico, contra 50% dos hospitais;
  • apenas 59% dos independentes reconvocam pacientes manualmente, contra 77% dos hospitais;
  • 37% dos independentes têm capacidade produtiva monitorada em tempo real, contra 23% dos hospitais.

A maturidade de gestão do independente se dá porque essas instituições sabem que podem perder a fidelidade de médicos e pacientes se a entrega for inconsistente. O hospital não sente essa pressão com a mesma intensidade, e por isso o processo fica em segundo plano.

O maior aprendizado que os centros de radiologia em hospitais tem a tirar, portanto, é sobre perspectiva e oportunidade de negócio, pois o potencial de crescimento já existe, só precisa ser capturado com mais visibilidade e controle.

No fim, a pergunta que fica não é se há espaço para ganho de eficiência, mas, sim, quanto desse potencial ainda está invisível dentro da sua operação.

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A Pixeon é uma empresa brasileira de tecnologia para a saúde que desenvolve soluções digitais para clínicas, hospitais e centros de diagnóstico. Seu portfólio conecta gestão, diagnóstico e operação em uma única plataforma, com foco em eficiência e uso inteligente de dados. Com mais de 3.000 clientes, impacta mais de 50 milhões de pacientes por ano no Brasil e na América Latina.


Para mais informações, acesse:
www.pixeon.com.br

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