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Einstein Hospital Israelita
Hematologia em transformação: ciência que ganha escala, cuidado que chega às pessoas
A participação do Einstein no 67º ASH Annual Meeting & Exposition 2025 mostrou como ciência de ponta, tecnologia e dados podem sair do congresso e chegar ao cuidado real, ampliando acesso, precisão e impacto para pacientes e sistemas de saúde.
A hematologia vive um momento decisivo. No maior congresso da especialidade no mundo, ficou evidente que os avanços científicos não dependem apenas de descobertas — eles precisam chegar ao paciente de forma segura, acessível e sustentável.
Nesse cenário, o Einstein Hospital Israelita se destacou como um dos hospitais brasileiros presentes entre os principais centros internacionais de hematologia, com 42 estudos aceitos e três trabalhos premiados — um reconhecimento que consolida o Einstein como referência internacional em hematologia, posiciona o Brasil no mapa global da pesquisa nessas áreas e amplia o acesso dos pacientes à inovação de ponta.
Os resultados apresentados dialogam diretamente com desafios reais enfrentados por pacientes, sistemas de saúde e pela própria indústria: ampliar acesso, reduzir riscos e transformar evidência científica em prática clínica.
Mais do que marcar presença, o ASH 2025 mostrou um caminho: ciência bem conduzida, tecnologia aplicada com propósito e capacidade de gerar impacto no mundo real.
Representantes da Delegação Einstein no 67º ASH Annual Meeting
Produção científica com impacto direto no cuidado
Os estudos apresentados pelo Einstein cobriram áreas centrais da hematologia atual, como onco-hematologia, transplante de medula óssea, terapias celulares, doença falciforme, inteligência artificial e doenças raras. Entre eles, três trabalhos premiados se destacaram por traduzirem ciência em decisões clínicas mais precisas e seguras:
Seleção de doador haploidêntico
O estudo mostrou que ter maior compatibilidade HLA não impacta nos resultados dos transplantes em comparação a menor compatibilidade. O fator mais importando é atividade da doença antes do transplante. Autores:Newton de Freitas Centurião; Leonardo Javier Arcuri; Cinthya Corrêa da Silva; João Carlos de Campos Guerra; Margareth Afonso Torres; Nelson Hamerschlak.
Tromboembolismo no linfoma primário mediastinal B
A identificação de um risco significativamente maior de trombose nesse subtipo de linfoma reforça a necessidade de atenção precoce, ajustes em protocolos de prevenção e escolhas mais seguras de dispositivos e manejo clínico. Autores:Wysterlanyo Kayo Barros, Paloma Resende, Andre Meireles, Laura Matos, Luiza Fonseca, Barbara Galvão, Larissa Teixeira, Carolina Feres, Mariana Kerbauy, Lucila Kerbauy, Kira Bucci, Renata Stanzione, Carolina Pereira, Fabio Santos, Ricardo Helman, João Guerra, Jose Kutner, Andreza Ribeiro, Leonardo Arcuri, Nelson Hamerschlak, Guilherme Perini.
Intensificação da quimioterapia no linfoma de Hodgkin
A pesquisa demonstrou que aumentar a intensidade do tratamento nem sempre traz benefícios adicionais e pode aumentar a toxicidade, fortalecendo a importância de abordagens mais precisas e personalizadas. Autores:Paloma Resende, Andre Meireles, Wysterlanyo Kayo, Barbara Galvõo, Norberto Jorge Kzan de Souza Neto, Aline Nishimoto, Carolina Moura, Thais Carvalho, Larissa Lane, Carolina Feres, Fabio Pires, Ricardo Helman, João Guerra, José Mauro Kutner, Andreza Ribeiro, Leonardo Arcuri, Mariana Kerbauy, Lucila Kerbauy, Nelson Hamerschlak, Guilherme Perini.
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Aprofunde-se nos principais insights do ASH 2025 – 🎥 Videocast especial — ASH 2025
Especialistas do Einstein analisam os principais avanços do congresso e o que eles significam para o futuro da hematologia e da oncologia.
Tecnologia, dados e novas fronteiras terapêuticas: quando a ciência encontra as pessoas
O ASH 2025 confirmou uma mudança importante na hematologia: o foco deixou de ser apenas a inovação isolada e passou a ser como essas inovações chegam, na prática, ao cuidado diário. Terapias avançadas, inteligência artificial e o uso inteligente de dados passaram a ser vistos como ferramentas para ampliar acesso, reduzir riscos e melhorar decisões clínicas.
Nesse contexto, o Einsteinapresentou iniciativas que conectam pesquisa, tecnologia e assistência de forma concreta:
Terapias celulares mais próximas da realidade dos pacientes
As terapias CAR-T, células NK e abordagens gênicas estiveram entre os grandes destaques do congresso. O estudo CARTHIAE, com CAR-T nacional, mostrou que é possível reduzir custos, ganhar tempo e manter eficácia clínica — um avanço importante para tornar essas terapias mais acessíveis e sustentáveis, especialmente em países emergentes.
Inteligência artificial como aliada do diagnóstico rápido
Ferramentas de IA vêm ganhando espaço para apoiar diagnósticos precoces e decisões críticas. O estudo AI-PAL demonstrou que é possível identificar subtipos de leucemia usando exames de sangue amplamente disponíveis, com alto grau de acerto. Isso significa menos tempo até o diagnóstico e mais chances de iniciar o tratamento adequado no momento certo.
Dados clínicos que ajudam a personalizar o cuidado
Os estudos premiados sobre doadores haploidênticos e risco trombótico mostram como dados do mundo real podem orientar escolhas mais seguras e personalizadas, reduzindo complicações e melhorando resultados para os pacientes.
Protocolos mais seguros para quem antes tinha menos opções
A busca por tratamentos menos tóxicos, especialmente para idosos e pacientes mais frágeis, foi uma tendência clara no ASH. O protocolo do Einstein que combina irradiação de medula e quimioterapia reduzida aponta caminhos para ampliar o acesso ao transplante com mais segurança.
Esses avanços reforçam a capacidade do Einstein de testar, validar e aplicar inovação em ambiente real, criando soluções que fazem sentido tanto para pacientes quanto para sistemas de saúde e parceiros da indústria.
Por que isso importa para os pacientes, a indústria e o sistema de saúde
Para pacientes, essa presença global se traduz em tratamentos baseados em estudos internacionais, com decisões clínicas mais precisas, seguras e acolhedoras.
Para a indústria e o sistema de saúde, representa um parceiro com maturidade científica, escala assistencial e reconhecimento internacional, capaz de conectar pesquisa, tecnologia e cuidado real.
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